A Austrália foi o único lugar do mundo em que vi uma coisa dessas - com freqüência. A sensação de segurança é tamanha que as pessoas naturalmente deixam laptops assim, solitos em cima da cama do hostel, enquanto vão passear (Publicado com o Instagram) High-res

A Austrália foi o único lugar do mundo em que vi uma coisa dessas - com freqüência. A sensação de segurança é tamanha que as pessoas naturalmente deixam laptops assim, solitos em cima da cama do hostel, enquanto vão passear (Publicado com o Instagram)

Pequenas grandes maravilhas deste mundo. Luz e cor. Paz e amor, traduzida na mágica do toque de uma pétala, no perfume que se desprende no ar, espontâneo, sem perguntar quem vai receber, se vão gostar de mim, se estou fazendo certinho. Sem pedir nada em troca. A flor se abre e entrega o que tem de melhor, sem hesitar, porque conhece o puro amor.

Depois, deita na terra para viver outro ciclo. Eu vou, outros virão. Um dia eu volto, Deus sabe aonde. A vida é movimento.

Que a primavera nos sirva de inspiração para renovar a vida, para renascer com o sol fresco da manhã, para lembrar por que os pássaros cantam.

Por que os pássaros cantam mesmo? Tem alguma razão? Como é que a Natureza teve essa ideia de abrir as manhãs em melodia?

Eu quero aprender com as flores e os passarinhos: obedecer os comandos da natureza sem vacilo, sem duvidar. cantar de manhãzinha, desabrochar com a luz do sol, abrir o coração e deixar o aroma natural do amor fluir.

Caminhemos com leveza na primavera. A Mãe Terra está grávida.

Kiowa

OCEANOS, da Disney (trailer)

Quem ainda não viu esse filme, pelamor, levanta da cadeira agora e vai correndo na locadora buscar. Ai, tô fora de moda? “Baixa da internet já” é o que rola, né? Nem precisa levantar da cadeira, então. É maravilhoso DEMAIS, as mais incríveis imagens da vida nos oceanos, esse desconhecido universo que é 70% do nosso planeta. De chorar de lindeza.

As imagens são impressionantes, e têm uma resolução que faz você se perguntar “quanto será que custa essa câmera”.  

Certamente, a melhor coisa que a Disney já fez em todo seu século de existência (e olha que eu sou fã do Rei Leão e da Pequena Sereia :)

Confesso que me bateu um certo mood reclamose quando cheguei a Sydney, na costa leste da Austrália. Tudo bem que deixei o sudeste asiático com o coração pleno de satisfação e animado pela mudança, mas me deu uma sensação de melancolia quando aterrissei nessa terra - mais fria, mais vazia, arrumadinha, tão diferente da pujança colorida e bagunçada do Sul da Ásia, aquela fartura tropical que esbanja luz do sol e calor humano, flores, frutas e festas para os olhos - na riqueza visual da cultura  budista, nos muitos azuis das ondas do mar… Em troca, uma cidade grande, cinza, cheia de prédios altos e espelhados tapando a luz do sol, onde voltei a ser o único pontinho laranja florescente caminhando na rua entre os elegantes trajes pretos. Pra piorar, os preços assustadores, que ficam ainda mais assustadores quando comparados à Tailândia e região: para ficar em um hostel com mais 7 pessoas no quarto e o banheiro no andar de baixo, paguei valor equivalente a três diárias no meu bangalôzinho a poucos passos do mar, numa praia cristalina só pra mim (pra mim e para os meus amigos tubarõezinhos :) Só pra ter mais uns motivos pra reclamar, a tomada é esquisita e não a aceita meus plugs, a internet é cobrada à parte e custa 20 reais para 1 dia. Aaahn. 
Mas eu me rendi quando cheguei na porta dos Botanic Gardens, onde resolvi passar meu dia na cidade antes de fugir para o norte em busca da Barreira de Corais, e vi essa placa mais simpática do mundo. 
Viu, eu sou chata mas sou facinha, não precisa muita coisa pra me conquistar. Basta me convidar para pisar na grama, abraçar árvores e cheirar as rosas, e já ganhou meu coração, todinho. 

Confesso que me bateu um certo mood reclamose quando cheguei a Sydney, na costa leste da Austrália. Tudo bem que deixei o sudeste asiático com o coração pleno de satisfação e animado pela mudança, mas me deu uma sensação de melancolia quando aterrissei nessa terra - mais fria, mais vazia, arrumadinha, tão diferente da pujança colorida e bagunçada do Sul da Ásia, aquela fartura tropical que esbanja luz do sol e calor humano, flores, frutas e festas para os olhos - na riqueza visual da cultura  budista, nos muitos azuis das ondas do mar… Em troca, uma cidade grande, cinza, cheia de prédios altos e espelhados tapando a luz do sol, onde voltei a ser o único pontinho laranja florescente caminhando na rua entre os elegantes trajes pretos. Pra piorar, os preços assustadores, que ficam ainda mais assustadores quando comparados à Tailândia e região: para ficar em um hostel com mais 7 pessoas no quarto e o banheiro no andar de baixo, paguei valor equivalente a três diárias no meu bangalôzinho a poucos passos do mar, numa praia cristalina só pra mim (pra mim e para os meus amigos tubarõezinhos :) Só pra ter mais uns motivos pra reclamar, a tomada é esquisita e não a aceita meus plugs, a internet é cobrada à parte e custa 20 reais para 1 dia. Aaahn. 

Mas eu me rendi quando cheguei na porta dos Botanic Gardens, onde resolvi passar meu dia na cidade antes de fugir para o norte em busca da Barreira de Corais, e vi essa placa mais simpática do mundo. 

Viu, eu sou chata mas sou facinha, não precisa muita coisa pra me conquistar. Basta me convidar para pisar na grama, abraçar árvores e cheirar as rosas, e já ganhou meu coração, todinho.